Ouvindo os Sinos e fechando a matéria sobre AUTOESTIMA
Estima é
quando gostamos de algo ou até alguém, certo?
Autoestima é quando temos apreciação
por nós mesmos. Simples como água de beber.
Nenhum texto,
palestra, terapia, ou seja, lá o que tivermos acesso, vai ajudar se não
soubermos claramente que autoestima
é saber gostar da gente mesmo. Os recursos como textos, palestras,
livros de autoajuda ou terapias apontarão caminhos e direções, nos farão
pensar; mas jamais nos descortinarão para nos mesmos isso” Se não desejarmos
nos ver e nos gostar”.
Com
a autoestima alimentada ainda
teremos a mesma relação com as pessoas que amamos ou com o trabalho que nos realiza e sustenta ou o cuidado com a coisa que prezamos,
porém se algum deles nos faltar sentiremos a dor da perda, nos magoaremos e
choraremos até a hora que acharmos que basta; ai sim por conta da autoestima, vamos entender que somos
nosso maior bem e precisamos nos recompor pra seguir adiante.
Vi dois filmes
que me mostraram bem como as coisas acontecem um é: Corrida para o altar que
fala da auto estima de uma editora literária que sofre nas mãos de uma
escritora temperamental que não se entrega a ser trabalhada, mas ela firme se mantém
sua palavra sem duvidar de sua competência e o outro é Essas Mulheres, onde um
roteirista de filmes pornôs vive uma desilusão amorosa e vai pra uma cidadezinha
cuidar da avó quase a morte e lá mesmo abalado pela desilusão, sabendo quem é
mantendo sua convicção muda a historia de vida de três mulheres.
Sou mulher Poeta que sente, que
presente e percebe a vida. Ontem me faltaram com a devida consideração e fui
deitar me sentindo um lixo de gente, triste e chorei muito. Quem me faltou com
a consideração falava: Que posso fazer? Diz? E eu nada respondia e mais chorava
até adormecer, porém sabendo que era meu direito chorar ao invés de falar e que
ao despertar do novo dia a vida seguiria e eu haveria mudado minha postura para
melhor, pois minha autoestima tem estado em alta constante e estar bem e
produtiva não depende
Do outro, dos
outros ou de coisas; mas sim de minha postura diante de mim mesmo.
Na verdade não importa: Sermos religiosos ou ateus, usarmos roupas caras ou de brechós, sermos magros ou gordos, altos ou baixos, ricos ou pobre, viciados ou limpos, gênios ou de QI normal, seguros ou inseguros, nada disso deve interferir na nossa autoestima e somente nós podemos mantê-la em alta ou sob controle.
Lí numa clínica uma vez:"NADA MUDA SE VOCÊ NÃO MUDAR" ou seja: SE NÓS NÃO NOS AMARMOS E NOS GOSTARMOS, NADA NOS MANTERÁ BEM E SEGUROS NOS DIAS DIFÍCEIS.
Como Mulher Poeta afirmo que: Esse NÃO é um texto técnico,
autoestima alimentada na infância,
adolescência ou na juventude; hoje
TENHO CLARAMENTE e sei quem sou a que vim nessa vida.
Beijos e linda
semana voltarei aqui somente depois do recesso que
me darei para ver seres que me
são caros e que tenho saudades urgentes.
Catiaho
Alc./Reflexo d’Alma


MUITO MAIS MUITO BOM MESMO...PARABÉNS...
ResponderExcluirSei como são estas coisas pois quase me deixei vencer depois da morte de minha mãe..foi terrivel e o que me ajudou abaixo do Pai Eterno foii o livro de Augusto Cury...voltei a viver e olha que de vez em quando eu estou quase a cair...me sinto só e em uma terra estranha sem amigos e isolada do mundo...
Não quero mais voltar para o nordeste lá só encontraria tristeza com minha filha que lá deixei pois tomou um rumo muito mal a vida dela e abandonou a mim e aos irmãos por um alcoólatra.
Bom miga parabéns e me ajudou muito.
Beijo
Muito legal mesmo suas palavras. Temos que aprender a nos amar antes de qualquer coisa... Pra mim ainda é difícil, porém espero que logo consiga.
ResponderExcluirBjos,
Eilan
borderline-girl.blogspot.com