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Mostrando postagens com o rótulo Catiaho e os Sinos/2015

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Os Sinos que não param me lembram: "Penso que já segui como aqueles andarilhos: somente e sempre em frente."

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  Estou na estrada faz algum tempo. Penso que seguia como aqueles andarilhos: somente e sempre em frente. Quando eu parava, era como o o 4º Rei Mago, ele tinha uma meta, mas a cada lugar onde alguém  pedia uma informação ou precisava de uma ajuda, ele parava , atendia e somente seguia sua jornada. Assim  fez por todo um tempo, mas ele tinha uma meta, um lugar para chegar. Em fim quando conseguiu chegar, era tarde demais. Ele era um dos que  estavam  seguindo a estrela, mas ele  deixou os que olhavam para o céu e foi cuidar da sua vida para no tempo certo seguir viagem e acompanhar o processo todo.  Foi assim que passou a seguir a família indicada pela estrela, porem a cada lugar por onde passava ele se  deixava prender por questões circunstanciais ligada aos outros e ao serviço.  Ele um dia caiu em si e entendeu estar abrindo mão de sua meta, que era seguir adiante até o alvo. Refez a rota, não se despediu dos que o cercava...

Quando estamos em paz dentro, os Sinos sempre nos alertam...

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 O mês de julho é um tempo marcante em minha vida e na vida de minha família. Não sou uma mulher supersticiosa, mas sou atenta aos sinais e sobretudo sou temente a Deus e ele faz os sinos ecoarem claramente. Foi assim que há poucos dias acordei assombrada com um sonho. Nele eu observava de fora, toda minha família e amigos mais chegados que irmãos, estavam reunidos,  acima de todos uma densa nuvem visivelmente carregada se mantinha estacionada. Dessa manhã em diante eu me coloquei em guarda. Por isso quando as noticias sobre acontecimentos familiares começaram a surgir eu já não me vi totalmente despreparada. Minha irmã de 45 anos em uma gravides não programada e de risco, teve sua bebê prematuramente com 33 semanas e  perdeu em menos de 10 dias. A pequena Rebecca Oliveira,  realmente veio de passagem a esse mundo para deixar uma mensagem clara: Tudo vivido com os que nós amamos deve ser feito de forma integral, sem limites. Minha irmã teve certeza de sua gra...

Cadê a Risada do Biriba? Perguntam os Sinos em Alto e Bom Som.

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       Trabalhei um livro cujo argumento era um palhaço que havia perdido a sua gargalhada. Ele ao perceber o acontecido saiu em busca da mesma, indo parar em um reino onde as risadas perdidas ou roubadas, eram resgatadas e ficavam   guardadas em segurança até serem entregue a seus donos.  No caso do Palhaço Biriba, mesmo com todo empenho ele não teve sorte de pronto  pois sua  risada estava na boca de uma outra pessoa. Mas no final da história tudo se acerta e  ele consegue resgata-la para o bem  daqueles que adoram sua graça.  Pois bem, em meu reino a vida imita arte e acontece algo parecido pois  tudo corria muito bem e dentro da normalidade:  Eu trabalhando me alegro todos os dias em ouvir meu Par  encher a casa o com sua gostosa e única  gargalhada. Trabalhar assim dá até gosto!  Pois quando as coisas ficam complicadas pro meu lado entre o exaustivo paragrafar e o sinuoso pontua...

E os Sinos tocando me trazem lembranças de seu Adail meu Pai.

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Nesse ultimo domingo olhando para o céu enquanto  percebia o entardecer  chegando bem devagar com suas cores suaves de outono me dei conta de já ser mês de maio.  De longe o vento trouxe o som dos Sinos e a brisa de leve tocou minha face com a lembrança de logo ser dia cinco de maio... dia de nascimento de muita gente boa, mas também de uma pessoa  especial para mim, o seu Adail da Silva de Oliveira; meu pai. Nesse momento me dei conta em mais de 26 anos depois de sua morte,  nunca ter ouvido nenhum de meus cinco irmãos citar o nome do ' nosso ' pai. Na verdade, se quer ouvi uma citação boa ou má. É como se ele não tivesse feito parte da vida de nenhum deles. Confesso ter ficado chocada com essa constatação, pois  sou a filha mais velha, a filha presente no início e ao final da construção da nossa família. Já nossa mãe é lembrada e aclamada por todos, todo tempo, porém não foi dela os maiores conhecimentos que eu Catia absorvi, guardo e pratico...

O Som dos Sinos me mostrou como é positivo a ter calma...

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Assim pude ver o resultado es pa lha do. Escreverei mais sobre o assunto me aguardem pois valerá a pena. Catiaho Alc.

Hoje ouço com clareza os Sinos tocando por Mim.

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 Eu não sou especialista em "gentes",  para dizer com exatidão quais os tipos de "gente" somos todos nós. Mas sei com certeza e por isso posso falar saber existir dois tipos distintos pelo menos: Gente que não sabe viver feliz. e Gente que sabe viver feliz. Pertencer a uma categoria ou a outra independe de  condição social,de credo nem condição financeira. Também não se nasce predestinado e obrigado a ser gente de uma categoria para sempre. Só posso usar a mim mesma como exemplo e o faço a seguir. Pela forma de vida de meus pais, em certo momento da vida era para eu pertencer  a classe de gente que não sabe viver feliz  (pra sempre), pois era tanta oscilação, tanta violência, tanta rejeição especialmente relacionada a mim do momento da concepção em diante que não foi fácil eu entender meus pais e ainda  manter uma boa relação comigo mesma. É duro ouvir a mãe por mais de quinze anos chorando pelos cantos e dizendo que a vida dela e da fam...

E Os Sinos realçam o Mes de Março e meu Muito Obrigado ao Amigo.

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A vida não para, como diz o poeta Cazuza em uma de suas canções. E nós vamos seguindo adiante vivendo um dia de cada vez e nos alegrando com as pequenas conquistas. Me vi assim como quem vê passarinho verde, eu já bem contente as vésperas de  um maravilhoso tempo de passeio em ótima companhia e sinal de muito conversar descontraído; para meu contentamento o meu amigo mais chegado que irmãos, anunciou sem espaço para argumentação:- Na volta iremos ver a minha mãe  que aniversaria. Acreditem essas palavras eram os sinos da alegria, pois imediatamente me veio a mente: o sorriso  e aquele abraço sem comparação da mãe dele. Juntos (as duas famílias) vivemos dias perfeitos; coroados  com aquela visita de aniversario no domingo.  Jamais me esquecerei de como ela desde a primeira vez pega minhas duas mãos, junta e beija. Pode  até ser assim com todas as pessoas suas visitantes, sendo redundante eu redigo por ser simbolista e admito: nunca ning...