Sei la, não estou com vontade de escrever...mas os sinos me tranquilizam.
Andei preocupada, pois quando voltei a ter tempo, mesmo durante a
tempestade antes eu escrevi a até sob verdadeira tormenta, se caso fosse. Mas
agora; as nuvens passaram, o sol voltou a brilhar, todavia a vontade de parar e
escrever; não.
Depois de me aquietar e me ouvir, ficou claro perceber ser o momento de
executar, de aproveitar o bom momento sem parar para reflexões. A poesia é
parte de mim. Escrever não é terapia ou forma de lavar a alma. Escrever é
dádiva, como água limpa, cristalina a única a matar de fato a sede. Não estou
improdutiva; estou transformando minha inspiração em ações concretas resultado
de muito texto escrito até aqui.
Ando pelas ruas livre solta.
Quem me ama me diz o tempo todo, quando ando pareço ter musica na
cabeça.
E exultante deixo o olho brilhar e repito: tenho mesmo!
É isso.
Catiaho Alc.
entre sonhos e delírios
.
ResponderExcluirDuas coisas eu não entendi. A poeta
diz que não tem o que a inspire à
falar, mas faz um belo texto.
Depois diz que água mata a sede. Só
se for a sua, porque a minha está sempre
ali, quando está quente. E para terminar,
diz da música em sua cabeça. Eu pensava
serem páginas de shakespeare.
Professora, você sabe que eu te amo,
não é mesmo? Só os outros, talvez,
não soubessem.
Beijos, muitos beijos.
silvioafonso
.