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Eu e os Sinos... “Se eu quiser falar com Deus”; eu simplesmente falo. Já com gente; Não.

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Há uma musica de uma letra expressiva: “Se eu quiser falar com Deus”, o poeta discorre vários procedimentos para essa comunicação acontecer. A meu ver tudo teoria, pois quando desejo falar com Deus, eu simplesmente falo, seja por verbalização, por pensamento, por intenção ou por ação mesmo. Não necessito de mérito, nem preparação, falo e pronto. E o mais interessante é a certeza de ser ouvida. Todavia, quando se trata de gente como eu, as coisas complicam. Desde cedo desenvolvi uma defesa. Quando tenho afeto por alguém eu faço questão de dizer e redizer tanto as coisas que me afastarão quanto as coisas que me aproximarão, deixo claro. Um dos seres passantes da minha vida uma vez me disse: ”Menina, você tem a mania de levantar letreiros. Há em seus atos sempre um ‘que’ de alerta: Mantenham-se afastados! Gente como eu, presta atenção em você de toda forma, mas os letreiros nos deixam um tanto preocupados.” . Eu perguntei mais alguma coisa e depois me recolhi em reflexão. Eu e aq...

Som dos Sinos hoje: Paixão X Reciprocidade = Amor Próprio.

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Sou completamente apaixonada por tudo em minha vida, especialmente por meu escrever.  Referente ao escrever: não acho ser tudo muito bom, todavia meu mover pela vida se faz sob  a luz de minha escrita. Escrevo somente por gosto absoluto.  Na vida fui obrigada a seguir assim  algumas vezes não te opção e outras por ser obrigada.  Tudo seguiu assim até o tempo da libertação que é o meu hoje, meu agora;  quando me dou  ao prazer de escolher tanto o que faço quanto com quem divido minha vida. Nesse meu hoje estou disposta a escrever somente seguindo meu instinto e a viver exatamente  como eu achar que devo. Nada nem ninguém será parte de minha vida se eu não me sentir  valorizada, motivada e querida. Necessito sentir aquela tal reciprocidade.  Entendo ter meu  valor e preciso ver esses resultados em atos em toda extensão de minha vida.  Se não ver ou  sentir: desisto sem culpa.  Eu seguirei se...

Os sinos reproduzem : Dialogo

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-Quando vem? -Não sei ao certo. -Por que não sabe? -Por não estar em dúvida. -Então vem? -Sim vou. Mas por que quer tanto saber? -Quero muito que venha. -Saber quando; não muda nada. -Como assim? -É fato que vou e essa certeza é o que impulsiona minha vontade. Não gosto de alimentar ansiedade, nem de criar expectativas. Porém não tenho como dizer ainda o dia exato. -Então...,vou aguardar sem receio, mas com muita vontade... -Bom  que aguarde assim. Hummm...com vontade é? -Sim ,  com muita vontade. -Estou rindo só, por aqui. Mas me diz: vontade de que? - Não imagina mesmo? - Prefiro que diga. -Ta. - Então diz logo, vai. -Vontade de que venha logo. -Riu de que? -De nada ... além de que também tenho muita vontade... Mas outra vontade... alias outras vontades.... -Hunnn... fala mais? -Não. - Fala , vai, quero ouvir. - Preciso desligar agora. -Puxa... - Falamos mais depois. - Então espero... -Tá, espera sim. - Beijo lá e la também. -Onde ...

Xô Egoísmo! Sai pra longe! É o som dos Sinos gente!

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Vivo no mundo real, na verdade faz pouco tempo, uns cinco anos, sabia ter de me encaixar nele e ocupar meu lugar há uns, no máximo oito anos. Levei no mínimo três anos na negação, dois na  conquista  e há três anos posso dizer já trafegar bem nesse tal mundo real. Sempre me coloquei no lugar dos outros para pontuar minhas relações e minhas decisões.  Mas... confesso estar farta e cansada de ponderar, de dar lugar de honra a quem é egoísta e somente sabe valorizar os próprios interesses. Talvez quem me ler aqui, dirá: - Pere Catiaho.  E eu já interrompo para seguir meu assunto. Tomei algumas decisões e uma delas é: Basta de  egoismos. Basta de me  mostrar ingenua. Basta de apenas balançar a cabeça.  Esse posicionamento vale para todas as áreas da minha vida:, tanto no amor ou na família e no trabalho.  O mais gostoso desse meu momento é o não ter que negociar nada com absolutamente ninguém.  Deletei três blogs, fech...

Os Sinos sempre mostrando os revezes da vida.

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 Deve ser  muito fácil fechar a porta e não olhar quem ficou do outro lado. Também deve ser fácil passar por calçadas e desviar os olhos da miséria humana.  Como também deve ser fácil julgar simples a dificuldade de outros e até mesmo deve ser fácil ignorar como os outros seres se sentem quando são desrespeitados e ferido  no orgulho.  Só que a Palavra FÁCIL é simples de ser dita, mas não FÁCIL quando se trata da gente. Eu Mulher Poeta, sei ser considerada como inútil e sei receber muitos adjetivos sem necessidade de repetir seus nomes e não consigo virar o rosto quando vejo alguém  estirado na calçada, seja la em que situação seja. Por mais tentativas feitas não consigo deixar de me por na situação do outro e isso me doe muito sempre. Esse  é o som dos sinos por aqui nesse inicio de maio... o FÁCIL pra maioria é muito DIFÍCIL pra mim . E esse é um dos revezes da vida que eu não aceito, não entendo e não  desejo enten...

Os Sinos rebatem confirmando:Em fim... "Não importa onde eu esteja desde que o sinta sinta; estarei sempre bem."

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Sai para o trabalho nessa terça feira com muita disposição. Havia muitos arquivos a serem trabalhados e o trabalho fluiria lindamente. Porém ainda na condução um sentimento de imenso amor pela vida me envolveu de tal forma sendo a única coisa desejada: parar ao descer do transporte, sentar na calçada e descrever esse meu momento e especialmente meu sentimento. As palavras quem me enchiam a mente e transbordavam meus sentimentos falavam sobre como é bom sentir minha alma leve, solta, fora do corpo visualizando todas as pessoas indo e vindo. Adoro essa sensação do Observar ao redor.  Mas as pessoas paradas paradas também eram alvo desse olhar tão cuidados.    A vontade minha era de sair dançando por aquela praça e sorrir para estranhos, fossem eles crianças, jovens ou adultos. Contudo eu não podia ser assim tão livre, não ali logo ao descer da condução e perto do trabalho onde sou recebida quase como  uma celebridade e fazem questão de dizer ao interfonarem: a ...

Sei la, não estou com vontade de escrever...mas os sinos me tranquilizam.

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Andei preocupada, pois quando voltei a ter tempo, mesmo durante a tempestade antes eu escrevi a até sob verdadeira tormenta, se caso fosse. Mas agora; as nuvens passaram, o sol voltou a brilhar, todavia a vontade de parar e escrever; não. Depois de me aquietar e me ouvir, ficou claro perceber ser o momento de executar, de aproveitar o bom momento sem parar para reflexões. A poesia é parte de mim. Escrever não é terapia ou forma de lavar a alma. Escrever é dádiva, como água limpa, cristalina a única a matar de fato a sede. Não estou improdutiva; estou transformando minha inspiração em ações concretas resultado de muito texto escrito até aqui. Ando pelas ruas livre solta. Quem me ama me diz o tempo todo, quando ando pareço ter musica na cabeça. E exultante deixo o olho brilhar e repito: tenho mesmo! É isso. Catiaho Alc. entre sonhos e delírios